O Executivo da Câmara Municipal de Gondomar aprovou, por maioria, o Relatório de Gestão e Prestação de Contas relativo ao ano de 2012. Este foi, refira-se, apenas um dos 28 pontos em análise na reunião pública de Câmara de hoje, 18 de abril.
O Presidente da Câmara de Gondomar disse que “apesar de todos os constrangimentos que temos vindo a sofrer, face às dificuldades que o país tem estado a atravessar”, se conseguiu “um rigoroso rumo no sentido do crescimento e do desenvolvimento, satisfazendo as necessidades da geração atual, sem comprometer o futuro”.
“As nossas finanças estão controladas e só nos comprometemos a realizar obras para as quais sabemos ter os necessários recursos”, repetiu, uma vez mais, Valentim Loureiro. O rigor da gestão financeira da Câmara de Gondomar pode, aliás, ser comprovado pelos dados da Direção Geral das Autarquias Locais (DGAL). O Município de Gondomar, segundo os dados da DGAL, conseguiu baixar o seu prazo médio de pagamento para 21 dias.
Quanto à receita, a taxa de execução (em 2012) cifrou-se em 76% do valor orçamentado. No que respeita às despesas de funcionamento, apesar da inflação, do aumento de impostos, do incremento dos encargos com a Segurança Social e com a avaliação dos Imóveis para efeitos do IMI, Gondomar conseguiu diminuir o seu montante em 1%. Além de que, salientou Valentim Loureiro, também o passivo municipal sofreu uma redução de 8%.
O Presidente da Câmara de Gondomar indicou, ainda, que grande parte do investimento foi canalizado para a Educação, Habitação Social e para um conjunto alargado de programas de apoio às pessoas e às famílias. Só a “utilização eficiente dos recursos possibilitou manter e incrementar todos os serviços e programas iniciados”, ao contrário do que “tem ocorrido noutros municípios, que têm vindo a fazer grandes cortes”, defendeu ainda.
Rui Barbosa
Assessor de Imprensa