A Previdência Familiar do Porto e A Lutuosa de Portugal Associação Mutualista assinam Protocolo de Cooperação com a UMP
A União das Mutualidades Portuguesas (UMP) assinou, no passado dia 9 de abril, o Protocolo de Cooperação “Mutual IN” com a grande maioria das suas Associadas, que irá permitir aos quase 2 milhões de beneficiários mutualistas usufruir de um conjunto de bens e serviços descentralizados, no âmbito da saúde. Nesta cerimónia, que teve lugar no Auditório do “Balneário Rainha D. Amélia”, em São Pedro do Sul, marcou presença o Vice-presidente do Instituto de Segurança Social (ISS), Jorge Campino, em representação do Ministério do Trabalho, da Solidariedade e Segurança Social, procurando, dessa forma, assinalar a importância do ato.
A assinatura do Protocolo “Mutual IN” consubstancia os princípios e as condições para o desenvolvimento de uma estratégia de cooperação nacional, dando mais força e dimensão ao movimento mutualista e impulsionando uma oferta integrada de serviços de saúde, de norte a sul do país, disponíveis para todos os Associados das Mutualidades aderentes, a preços realmente mutualistas.
“É nossa intenção promover a adoção de medidas impulsionadoras da dinamização, da inovação e do desenvolvimento do Movimento Mutualista e, simultaneamente, promotoras da concertação dos recursos existentes nas Mutualidades, mostrando aos Associados e aos cidadãos as valências, atividades e serviços de que dispomos”, referiu o Presidente do Conselho de Administração da UMP, Luís Alberto Silva.
A renovação e reestruturação de respostas eficazes, em prol da coesão, da proteção social e da melhoria das condições de saúde dos portugueses é uma aspiração partilhada por todos.
“Isto é a prova do Mutualismo em ação. Ao dispormos dos nossos serviços a outras Associações Mutualistas, os beneficiários terão também à disposição um maior leque de serviços. Estamos a dar um bocadinho do que temos pelo próximo e pelo próprio Movimento Mutualista”, referiu o Presidente do Conselho de Administração d’ A Previdência Familiar do Porto – Associação de Socorros Mútuos, Sérgio Meira.
Da mesma opinião é António Amaro, Presidente da Direção d’ A Lutuosa de Portugal Associação Mutualista, que considera que “as vantagens decorrem do próprio espírito de solidariedade e cooperação mútua inerente ao Mutualismo”. “Ficamos ainda mais reforçados destes valores ao podermos mutuamente pôr ao dispor uns dos outros, e não só de forma unívoca, os serviços que temos”.
Este é também o exemplo de como a União das Mutualidades Portuguesas e suas Associadas têm procurado, num esforço conjunto, complementar e otimizar os seus recursos e modernizar e difundir as suas respostas e serviços, reforçando a sua presença em todo o país.
De acordo com Luís Alberto Silva, as Mutualidades podem contribuir ativa e eficazmente para a resolução dos problemas na esfera da saúde e têm condições para prestar um serviço de qualidade às pessoas que não têm acesso ao Serviço Nacional de Saúde, tendo a UMP mostrado já disponibilidade para gerir Unidades de Saúde Familiar Tipo C, entre outras.
Jorge Campino considerou que o Movimento Mutualista tem um papel muito relevante na sociedade e que tem sido evidenciado ao longo dos tempos, nomeadamente no que à questão da proteção social diz respeito. “O Ministério do Trabalho que comemora o seu centenário este ano deve muito da sua história, como já foi dito pubicamente, às Mutualidades, que têm contribuído para o desenvolvimento do Ministério do Trabalho e da Previdência Social”.
O Protocolo “Mutual IN” vai permitir não só um melhor e mais completo serviço aos beneficiários mutualistas mas também mais pontos de união entre Associadas.
Gabinete de Comunicação e Imagem